terça-feira, 6 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
Saber que andas a fazer mal a ti proprio e nao poder fazer nada, saber que ha pessoas tão falsas que nem sequer se preocupam com os amigos, abusam da confiança das pessoas e andarem ai como se nada fosse e haverem sempre pessoas prejudicadas que ficam sos por causa disto e muito mais.
Nao têm o direito de omitir algo que mudaria a vida das pessoas para melhor.
Nao têm o direito de omitir algo que mudaria a vida das pessoas para melhor.
Mentir, finjor e ser falso sem escrupulos.
Custa-me olhar para ti e saber que entre tu e eu há um monte de pessoas açoes e pensamentos assim.
Nao é facil para quem sabe que podia ter tudo e por coisas tao estupidas da vida estar a leguas do pretendido.
São sonhos destruidos, vidas desperdiçadas, coraçoes partidos, pessoas abandonadas.
Custa-me olhar para ti e saber que entre tu e eu há um monte de pessoas açoes e pensamentos assim.
Nao é facil para quem sabe que podia ter tudo e por coisas tao estupidas da vida estar a leguas do pretendido.
São sonhos destruidos, vidas desperdiçadas, coraçoes partidos, pessoas abandonadas.
Não é justo, isto nao devia de ser assim.
Onde para a dignidade deste povo?
Onde para a dignidade deste povo?
Enquanto isso, o tempo passa e nós vamos sendo enrolados por uma onda de falsidade e estupidez dos que nos rodeiam.
Mas em mim, tu estaras sempre comigo e eu contigo.
Em mim, entre nos nao ha ninguem.
Mas em mim, tu estaras sempre comigo e eu contigo.
Em mim, entre nos nao ha ninguem.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Eu não quero admitir
Que há algo que não esta bem
Não consigo explicar o que tenho vindo a sentir
Não consigo ser igual a ninguém
Quando nos sentimos mal
Tudo é dificil de suportar
Sentimo-nos como se fossemos um animal
Só queremos desaparecer e nunca mais voltar
Só a escuridão me consegue ajudar
Para ao mal conseguir resistir
Nestes momentos a luz so vem complicar
Aguentar, não se se vou conseguir
È tanta a pressão
Que temos que aguentar
Só nos resta a solidão
E por nos lutar
Não sei se quero morrer
Às vezes tenho medo
Outras nada tenho a temer
Estou farta desta vida de degredo
Se eu soubesse o que sei hoje
Escolhia não vir ao mundo
Com a minha experiência aprendi demais
Cada vez estou mais perto do fundo.
Que há algo que não esta bem
Não consigo explicar o que tenho vindo a sentir
Não consigo ser igual a ninguém
Quando nos sentimos mal
Tudo é dificil de suportar
Sentimo-nos como se fossemos um animal
Só queremos desaparecer e nunca mais voltar
Só a escuridão me consegue ajudar
Para ao mal conseguir resistir
Nestes momentos a luz so vem complicar
Aguentar, não se se vou conseguir
È tanta a pressão
Que temos que aguentar
Só nos resta a solidão
E por nos lutar
Não sei se quero morrer
Às vezes tenho medo
Outras nada tenho a temer
Estou farta desta vida de degredo
Se eu soubesse o que sei hoje
Escolhia não vir ao mundo
Com a minha experiência aprendi demais
Cada vez estou mais perto do fundo.
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